Durante cinco anos, um operário fabril de 39 anos abusou sexualmente de uma sobrinha de sete anos, uma a duas vezes por semana, tendo chegado a filmar os actos sexuais. O crime foi descoberto pela mãe da menina e chega hoje a julgamento, no Tribunal da Marinha Grande, estando o alegado pedófilo acusado de um crime de violação agravada na forma continuada. A vítima, que tem 18 anos, reside na Suíça com a mãe, quetambém terá sido abusada pelo arguido – seu irmão – quando tinha apenas 11 anos.
Os abusos ocorreram de 1996 a 2001 – entre os 7 e os 11 anos da vítima – em casa do arguido, dos pais e da irmã (mãe da vítima) dele, durante a noite ou sempre que a menina se encontrava sozinha. Segundo a Acusação, por 'diversas e repetidas vezes – em média uma a duas vezes por semana – o arguido manteve com a sobrinha contactos de natureza sexual, que consistiam em carícias nos seios, nádegas e zona vaginal, beijos no rosto e no corpo e relações sexuais traduzidas em coito vaginal e oral'.
Algumas vezes, foi buscar a sobrinha a um café que era explorado pelos pais, dizendo que iam dar um passeio, o qual terminava com novos abusos. Noutras ocasiões, usou a sua câmara para filmar a sobrinha despida, a acariciar-se e a ser abusada por ele. Também lhe mostrou filmes pornográficos, enquanto a molestava. A menina protestava, chorava e queixava-se de dores, mas o arguido dizia-lhe que 'matava a sua mãe se se opusesse ou contasse a alguém'. As sevícias só terminaram quando ela teve a primeira menstruação.
PEDÓFILO VINGA-SE NA IRMÃ
Os abusos só foram descobertos em Novembro de 2003. A mãe da vítima e irmã do alegado pedófilo estava a discutir com a filha quando ela lhe contou os factos que, por vergonha e medo, escondera todos aqueles anos. Os abusos deixaram-lhe marcas profundas que se prolongaram por longos anos, em que teve mau aproveitamento escolar, era agressiva e hostil com os outros e por várias vezes, se automutilou. Foi apresentada queixa às autoridades suíças, a menina fez exames médicos e recebeu apoio psicológico, sendo o processo encaminhado para o Tribunal da Marinha Grande, para julgamento. Após a denúncia, o alegado pedófilo apresentou uma queixa, nomeadamente contra a irmã e uma amiga dela, que agora enfrentam uma acusação de ofensa à integridade física e de injúrias. O julgamento esteve marcado para a semana passada, também no Tribunal da Marinha Grande, mas foi adiado para Novembro, dada a 'conveniência' em aguardar a decisão do processo de abuso sexual.
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Os abusos ocorreram de 1996 a 2001 – entre os 7 e os 11 anos da vítima – em casa do arguido, dos pais e da irmã (mãe da vítima) dele, durante a noite ou sempre que a menina se encontrava sozinha. Segundo a Acusação, por 'diversas e repetidas vezes – em média uma a duas vezes por semana – o arguido manteve com a sobrinha contactos de natureza sexual, que consistiam em carícias nos seios, nádegas e zona vaginal, beijos no rosto e no corpo e relações sexuais traduzidas em coito vaginal e oral'.
Algumas vezes, foi buscar a sobrinha a um café que era explorado pelos pais, dizendo que iam dar um passeio, o qual terminava com novos abusos. Noutras ocasiões, usou a sua câmara para filmar a sobrinha despida, a acariciar-se e a ser abusada por ele. Também lhe mostrou filmes pornográficos, enquanto a molestava. A menina protestava, chorava e queixava-se de dores, mas o arguido dizia-lhe que 'matava a sua mãe se se opusesse ou contasse a alguém'. As sevícias só terminaram quando ela teve a primeira menstruação.
PEDÓFILO VINGA-SE NA IRMÃ
Os abusos só foram descobertos em Novembro de 2003. A mãe da vítima e irmã do alegado pedófilo estava a discutir com a filha quando ela lhe contou os factos que, por vergonha e medo, escondera todos aqueles anos. Os abusos deixaram-lhe marcas profundas que se prolongaram por longos anos, em que teve mau aproveitamento escolar, era agressiva e hostil com os outros e por várias vezes, se automutilou. Foi apresentada queixa às autoridades suíças, a menina fez exames médicos e recebeu apoio psicológico, sendo o processo encaminhado para o Tribunal da Marinha Grande, para julgamento. Após a denúncia, o alegado pedófilo apresentou uma queixa, nomeadamente contra a irmã e uma amiga dela, que agora enfrentam uma acusação de ofensa à integridade física e de injúrias. O julgamento esteve marcado para a semana passada, também no Tribunal da Marinha Grande, mas foi adiado para Novembro, dada a 'conveniência' em aguardar a decisão do processo de abuso sexual.
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