As contas do Estado até finais de Novembro confirmam a triste realidade deste desgraçado País governado à esquerda por gente de esquerda ou com complexos de esquerda.O défice baixou à custa do aumento das receitas fiscais e do corte nos apoios sociais. O monstro continuou insaciável e, claro, a despesa não parou de subir. Num ano em que todos os países baixaram os seus custos, a bem ou mal, Portugal é a miserável excepção. O ministro Santos das Finanças não pode ou não quer controlar este escândalo. E se isto foi assim em 2010, imagine-se o que será em 2011. Este Governo relativo, liderado por um engenheiro relativo cada vez mais virtual, está a matar a economia e os indígenas. De forma criminosa, com sucessivos e devastadores assaltos fiscais à mão armada.