Uma mulher, de 50 anos de idade, proprietária de um snack-bar, em Vila Real de Santo António, teve um acto que, na cidade, é merecedor dos maiores elogios, embora haja quem o apelide de temerário. Dois amigos do alheio, encapuzados, armados com pistolas, ameaçaram-na e ao marido, exigindo-lhes todo o dinheiro da caixa. O marido da senhora, funcionário de uma agência funerária, agarrou-se a um dos assaltantes, tentando tirar-lhe a pistola, enquanto o outro se dirigia para a caixa registadora.
"Vi o meu marido em perigo, fui buscar o balde da esfregona, que estava cheio de lixívia e detergente e atirei o líquido à cara do indivíduo que lutava com o meu marido", explica Isaura Afonso, que não parou quando viu o assaltante ficar aflito dos olhos. "Dei-lhe tantas com o balde, que não teve outro remédio senão largar o meu marido e fugir do local, apontando a pistola aos poucos transeuntes que surgiram."
O cúmplice, um indivíduo igualmente jovem, branco e falando português, ao ver a comerciante dirigir-se, furiosa, na sua direcção de balde em punho, optou por tirar meia dúzia de trocos da caixa, no valor de cerca de 30 euros, e fugir igualmente.
"Montou numa bicicleta que estava na rua e fugiu rapidamente", explica Isaura Afonso, que confidencia só ter ficado assustada depois, quando "caí em mim e vi o perigo que eu e o meu marido corremos ao enfrentar bandidos armados", confessa.
O cúmplice, um indivíduo igualmente jovem, branco e falando português, ao ver a comerciante dirigir-se, furiosa, na sua direcção de balde em punho, optou por tirar meia dúzia de trocos da caixa, no valor de cerca de 30 euros, e fugir igualmente.
"Montou numa bicicleta que estava na rua e fugiu rapidamente", explica Isaura Afonso, que confidencia só ter ficado assustada depois, quando "caí em mim e vi o perigo que eu e o meu marido corremos ao enfrentar bandidos armados", confessa.
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